Arquivo para Dezembro 7th, 2008

07
Dez
08

David Pogue testa e aprova a menor câmera HD do mundo

Vídeo do New York Times foi feito com o equipamento.
Por US$ 230, filmadora conquistou 30% do mercado americano.

Do tamanho de um telefone celular, pesando 85 gramas e com preço de US$ 230, a câmera de vídeo Flip Mino HD faz sucesso nos Estados Unidos. Apesar de amantes de tecnologia, sentirem falta de controles mais complexos, foi exatamente a simplicidade que fez com que o modelo conquistasse 30% do mercado americano, segundo os fabricantes.

Veja o teste no vídeo ao lado.

O especialista em tecnologia do New York Times, David Pogue, decidiu testar a novidade durante a viagem de férias em um cruzeiro pelo Mediterrâneo. A menor, mais leve e mais barata câmera de alta definição do mundo não decepcionou. “Qualquer pessoa de três ou 90 anos consegue usar esta câmera. Ao pressionar o principal botão, que é grande e vermelho, a gravação é iniciada em dois segundos. O nível de detalhamento é fantástico e as cores são incríveis”.

Uma câmera de vídeo pequena é sempre mais prática, em qualquer situação. Os amantes de esportes radicais podem comprar um adaptador e usar a Flip presa ao braço ou capacete. Para conseguir uma imagem com perspectiva diferente vale prendê-la na coleira de cachorro ou no painel do carro, para filmar a conversa entre o motorista e o carona. Comprando através do site, é possível escolher um design diferenciado para a sua câmera, entre centenas de modelos.

Nos testes feitos por Pogue o equipamento foi usado em ambientes abertos, como o topo de um vulcão na Itália e em lugares fechados e com pouca luz, como o interior de pirâmides no Egito. “Ao contrário de algumas câmeras que prometem alta definição, a Flip Mino HD não trapaceia. Além da qualidade das imagens, o áudio também é bom”.

Entre tantas qualidades, a falta de um bom estabilizador de imagens e de um zoom mais potente, que amplie mais de duas vezes, são alguns dos pontos negativos da Flip. Mas a câmera que já está sendo copiada pelos concorrentes ganha mesmo no quesito praticidade. Com uma saída USB, a transferência dos vídeos é simples. “Ao voltar da viagem, basta plugar a câmera no computador para passar e editar os arquivos. Nada mal”, avalia Pogue.

{Fonte: G1}

07
Dez
08

Google Chrome vai ganhar extensões

SÃO PAULO – O navegador Google Chrome passará a suportar extensões (add-ons), como o Mozilla Firefox. Ainda não há data, no entanto, para que o programa incorpore a funcionalidade.

Um documento publicado no site voltado para desenvolvedores do navegador discute como as extensões vão funcionar, além de destacar que a sua falta torna o software incompleto para uma parte dos internautas.

A medida pode causar uma migração em massa de usuários do Firefox, usado por 20,78% das pessoas na web, para o Chrome, que ainda tem 0,83% de adeptos. O texto afirma que as pessoas usam navegadores em uma ampla variedade de situações. “Os gostos pessoais são muito diferentes entre um e outro usuário”, afirma o documento. “As funcionalidades de que uma pessoa precisa entram em conflito direto com as preferidas por outra.”

A criação de add-ons viria para resolver esses problemas, uma vez que teria os seguintes objetivos: acrescentar funcionalidades com apelo limitado ou específico; satisfazer usuários de outros navegadores que usam extensões indispensáveis para o seu dia-a-dia; e agregar parceiros que gostariam de adicionar funções ao Chrome.

No documento também há uma lista de possíveis complementos que poderiam ser incorporados. A relação inclui Delicious Toolbar, Stumbleupon, a extensão do Skype que permite ligar para telefones que aparecem em sites, o complemento do Realplayer para salvar vídeos online, Adblock, Flashblock, DownThemAll, FlashGot, ForecastFox, FoxyTunes e BugMeNot, entre outros.

Por enquanto, o desenvolvimento do navegador do Google segue a passos lentos. Na semana passada, o programa ganhou um gerenciador de favoritos – uma função básica em todos os browsers há mais de dez anos.

{Fonte: Plantão INFO}

07
Dez
08

Nokia contra-ataca iPhone unindo teclado e tela sensível ao toque

Aparelho N97, com essas características, será lançado em 2009.
Com a novidade, fabricante diz ter dado a largada para próxima geração.

Divulgação )

Aparelho N97 tem tela sensível ao toque e teclado incorporado. (Foto: Divulgação )

A fabricante de celulares Nokia apresentou nesta terça-feira (2) o aparelho N97, o novo carro-chefe de sua linha de celulares inteligentes. O aparelho junta funções do iPhone e do G1, celular que usa sistema operacional do Google: ele tem tela sensível ao toque e teclado incorporado.

A companhia finlandesa espera que o modelo injete vida nova em sua linha de aparelhos multimídia N, antigamente conhecida por sua tecnologia de ponta, mas que tem apresentado poucas inovações. “Trata-se na verdade do início de uma série N, demos a largada para a próxima geração”, disse Jonas Geust, vice-presidente da divisão de aparelhos da Nokia.

Ele acrescentou que telas sensíveis a toques e teclados completos serão características essenciais da nova leva de produtos. “O que poderia haver sem telas de toque, hoje em dia? Para essa categoria de aparelho, elas serão importantes. Os teclados qwerty também são importantes”, disse.

A Nokia informou que o novo celular será vendido por preços semelhantes ao N95 e N96 quando esses modelos foram lançados, cerca de 550 euros antes de impostos e subsídios. O N97 deve chegar ao mercado em junho de 2009.

A companhia apresentou o último maior sucesso da linha N-Series, o N95, em 2006 e começou a vender o modelo no início do ano passado. Até agora, o aparelho registra vendas de 10 milhões de unidades.

Tela sensível

A batalha por maior participação no mercado de celulares inteligentes esquentou desde que a Apple introduziu o iPhone, no ano passado, e todos os fabricantes querem ampliar seu mercado. O segmento deve manter o crescimento, apesar do desânimo na indústria.

Divulgação )

N97 deve chegar ao mercado em junho de 2009. (Foto: Divulgação )

A Nokia foi a última das grandes fabricantes de celulares a lançar um modelo com tela sensível a toques, depois do sucesso do iPhone. A empresa começou a vender seu primeiro modelo com esse recurso no mês passado e prometeu introduzir modelos equipados com ele em suas categorias de produtos.

A Nokia continua a dominar o mercado mundial de celulares inteligentes — aparelhos dotados de recursos semelhantes ao de um computador –, mas vendeu menor número deles entre julho e setembro do que no mesmo período de 2007. A empresa perdeu mercado para a Apple e para a RIM, fabricante do BlackBerry.

A posição debilitada da Nokia na ponta mais sofisticada do mercado de celulares preocupa investidores e analistas, porque isso pode prejudicar sua margem de lucro.

Concorrência

O novo N97 é rival direto do X1, da Sony Ericsson, e do Touch Pro, da HTC: ambos usam sistema operacional da Microsoft. Analistas afirmam que, quando o N97 chegar às lojas, novos rivais diretos terão surgido. “Pode dar à Nokia alguma vantagem, mas ainda vai levar seis meses para chegar ao mercado”, disse a analista Carolina Milanesi, do Gartner.

“A Nokia enfrentou escolhas difíceis com o N97. Ela tentou recheá-lo de diferentes tecnologias como a tela sensível, teclado completo e muita memória, mas teve de aceitar questões de tamanho e recursos”, disse Ben Wood, diretor de pesquisa da CCS Insight. “Ela acabou tendo um aparelho relativamente grosso, que não tem algumas funções importantes esperadas para produtos que virão em meados de 2009″, acrescentou.

{Fonte: G1}

07
Dez
08

Nokia reforça linha de smartphones com N97

N97 tem touch screen e teclado QWERT.

N97 tem touch screen e teclado QWERT.

BARCELONA – A Nokia apresentou nesta terça-feira (02/12) um smartphone com tela sensível ao toque – mais um rival para o iPhone, da Apple.

A gigante dos celulares espera que o N97 dê mais charme à sua linha de aparelhos multimídia, que não tem oferecido muitas inovações até agora.

Este é o começo de uma N-series diferente… Que liderará a próxima tendência para handsets”, disse Jonas Geust, vice-presidente da unidade de dispositivos da Nokia, acrescentando que as telas sensíveis ao toque e os teclados QWERTY serão essenciais a esses produtos.

“O que seríamos sem a touch screen… Essa tecnologia, para essa categoria de aparelhos, é realmente importante. O QWERT também será fundamental”, previu Geust.

A Nokia foi a última das grandes fabricantes de celulares a introduzir em sua linha um aparelho com tela sensível ao toque, inspirada pelo sucesso do iPhone, da Apple.

No mês passado, a companhia começou a vender o 5800, primeiro modelo da marca com touch screen.

{Fonte: Plantão INFO}

07
Dez
08

Eletrônicos serão carregados com cartuchos

SIOUX FALLS – Usuários de notebooks, celulares e iPods cansados de ter que recarregar seus dispositivos após poucas horas de uso podem comemorar.

Pequenas células de combustível que usam líquidos ou gases inflamáveis há tempos são citadas como uma alternativa para as baterias que se acabam rapidamente. Elas são capazes de manter um notebook carregado durante dias, apenas com a troca de refil.

Mas essas células ainda não chegaram ao mercado porque as empresas estão tentando torná-las menores, mais baratas e com maior rendimento, além de garantir que não vão se superaquecer.

Neste ano, o governo norte-americano retirou do caminho um grande obstáculo para a produção dessas células em série, quando o Departamento de Transportes autorizou uma emenda na regulamentação para componentes perigosos, permitindo o uso de células com metanol, butano e ácido fórmico.

Nas células de combustível, uma pequena quantidade de líquido inflamável flui para um chip, gerando eletricidade sem entrar em combustão.

Esse processo permite que usuários de eletrônicos não precisem ligar os aparelhos na tomada para que eles continuem funcionando, basta trocar o cartucho de bateria.

“Estamos próximos, muito próximos de um modelo de célula de combustível comercializável”, declarou Sara Bradford, consultora de sistemas de energia da Frost & Sullivan.

{Fonte: Plantão INFO}

07
Dez
08

Parques Tecnológicos no Brasil

Feira de Tecnologia & Simpósio Internacional de Inovação

Evento de Tecnologia da Informação e Comunicação e também de inovação, realizado entre os dias 19 e 21 em Salvador – BA, que contou com a participação de experts no que diz respeito à inovação, parques tecnológicos e apoio a novos empreendedores e suas idéias.

De cara conclui-se que a única saída para o terceiro mundo é a educação, educação e mais educação através da articulação de políticas de investimento e integração.

O ponto alto do evento já aconteceu antes mesmo de ele começar. Foram as inscrições gratuitas que possibilitaram a participação do público empreendedor à troca de conhecimento com pessoas que, posso certamente dizer serem “do mundo”, em um evento internacional de alto nível.

Chega a ser visionária a iniciativa do Governo da Bahia através da Fapesb – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – convidar palestrantes de tão alto quilate.

Nas duas sessões plenárias moderadas pelos senhores Robert Evan Verhine e Elias Ramos de Souza, respectivamente Diretor Científico e Diretor de inovação da Fapesb, percebeu-se claramente a necessidade que urge em mesclar o mundo acadêmico com a realidade corporativa das grandes empresas. Principalmente no Nordeste, onde o único grande expoente é o parque tecnológico CESAR de Recife.

A primeira plenária realizada no dia 20 contou com a participação de representantes da Alemanha (Gabrielle Althoff1), Canadá (Miriam Bekkouche2), França (Terry Shinn3), EUA (Gary Evans4) e Brasil (Eduardo Costa5). Os representantes internacionais com profunda expertise na elaboração e gestão de parques tecnológicos buscaram passar um pouco de sua vivência não só no investimento, na criação destes parques, mas como administrá-los e gerar a inovação no solo soteropolitano. A opinião unânime dos representantes internacionais foi de que ciência e tecnologia e pesquisa e desenvolvimento devem ser amplamente apoiadas através de parcerias articuladas entre iniciativas públicas e privadas. Mundo acadêmico e corporativo. Em todas estas experiências é ponto pacifico haver a isenção parcial e/ou total de impostos no apoio à pesquisa e busca de novas tecnologias e produtos que trarão benefícios a médio e longo prazo para as comunidades próximas ou não aos parques.

Gary Evans discorreu com muita propriedade ao citar que a Bahia pode e deve queimar algumas etapas na construção de seu futuro parque tecnológico mostrando que este deve estar geograficamente localizado próximo a empresas e toda a vida urbana que o apoiará em sua existência, promovendo, assim, uma maior integração entre seus membros. Disse que é até mesmo uma grande oportunidade para o mercado da construção civil e serviços.

O Canadá busca ampliar suas parcerias internacionais com os mercados emergentes do Brasil, China e Índia estimulando a formação e retenção de novos doutores, mestres e PHDs. Do BRIC só citou os três acima.

França e Alemanha também demonstram projetos de longo prazo atraindo novos talentos através de linhas de créditos exclusivas estabelecendo prioridades educacionais.

Eduardo Costa da FINEP destacou que um dos entraves para o bom andamento de um projeto inovador é eliminação da burocracia. Quando há quatro anos chegou à FINEP disse que o tempo entre análise e a liberação de financiamentos era de aproximadamente 18 meses. Eliminando a papelada, briga para que este tempo chegue a 30 dias. Sinalizou que no próximo dia 04/12/2008 será lançado o programa Primeira Empresa com duas rodadas de negociação de até R$ 120.000,00 de subvenção, no qual possivelmente a primeira etapa será dinheiro realmente dado e a segunda a juros subsidiados de longo prazo.

Na segunda sessão plenária foram pinçados quatro bahianos que atualmente moldam ou já construíram suas carreiras no exterior através de programas de bolsas de mestrados e doutorados. Espanha, Suécia, Alemanha e Estados Unidos os receberam colocando-os à frente de pesquisas de ponta nos mercados de nanotecnologia, farmacêutico e de informática.

Carlos Moysés Araujo que está na Universidade de Uppsala na Suécia – que possui 600 anos de existência – pesquisa através da nanotecnologia como programar motores de hidrogênio no cotidiano mundial de forma a trazer a redução da emissão de CO2 combatendo a elevação das temperaturas. Eduardo Argollo é pesquisador do HP Labs em Barcelona onde busca, através da criação de clusters de computação com mais de 15.000 processadores, chegar ao desafio de aperfeiçoar softwares a processarem cada vez mais rápido sem haver desperdício da capacidade do hardware. Já Eduardo Almeida, que foi palestrante recente em evento da NASA nos EUA, está à frente da RiSE (www.rise.com.br), que foi encubada no parque tecnológico CESAR de Recife e hoje já promove, através da metodologia de reuso de software, a oferta ao mercado corporativo de serviços e produtos que desenvolvem novos programas em menor tempo, queimando etapas e reduzindo custos. Antônio José dos Santos, que após mais de uma década no exterior retornou ao Brasil para liderar pesquisas de novos fármacos na Fundação Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro, destacou a grande necessidade de trabalho integrado entre universidades e empresas de forma a otimizar a linha de produção de novos e revolucionários medicamentos. Onde a universidade desempenha o papel da pesquisa básica entregando às empresas serviço qualificado que colabora para a otimização da linha de produção farmacêutica.

Todas estas grandes experiências não só serão de grande valia para o parque tecnológico de Salvador como para toda e qualquer iniciativa que pretenda inserir o Brasil no cenário mundial de ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Segundo Evandro Mirra6, que foi um dos palestrantes da terceira sessão plenária, dia 21, moderada por Armando Neto – superintendente do Instituto Euvaldo Lodi – os parques tecnológicos, dependendo do seu nível de maturidade e investimentos, podem possuir relevância local, regional, nacional ou mundial, como o Silicon Valley na Califórnia. E jamais deixarão de ser uma forma balizada e testada de fomentar e constituir com sucesso o desenvolvimento sócio-econômico e científico de um país.

E neste exato momento da edição deste artigo o CNPQ acaba de divulgar a lista dos 101 novos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia aprovados que receberão verba do governo e já se tornarão realidade no país inteiro. Vide http://www.cnpq.br/resultados/2008/015.htm.